RÁDIO SÃO LUÍS

Uma Boa música com notícias

Maranhão

São Luís

Política

Economia

Tecnologia

Mundo

Esportes

Cultura

Segurança

Mais

[rank_math_breadcrumb]
Dólar fecha estável com alta de 0,13% no dia, mas acumula expressiva queda de 1,82% em julho, impulsionado por fatores globais

Dólar fecha estável com alta de 0,13% no dia, mas acumula expressiva queda de 1,82% em julho, impulsionado por fatores globais

Dólar encerra julho em queda apesar de leve alta diária; Ibovespa e petróleo se destacam positivamente A sexta-feira (31) marcou o fechamento de mais um mês para os mercados financeiros, com o dólar apresentando uma pequena alta de 0,13%, cotado a R$ 5,069. No entanto, essa valorização pontual não apaga o desempenho positivo da divisa […]

Resumo

Dólar encerra julho em queda apesar de leve alta diária; Ibovespa e petróleo se destacam positivamente

A sexta-feira (31) marcou o fechamento de mais um mês para os mercados financeiros, com o dólar apresentando uma pequena alta de 0,13%, cotado a R$ 5,069. No entanto, essa valorização pontual não apaga o desempenho positivo da divisa americana no acumulado do mês, que registrou uma queda expressiva de 1,82%.

O movimento do dia foi influenciado pela busca de investidores por ativos de proteção em meio a tensões geopolíticas no Oriente Médio e pelo fortalecimento do dólar no cenário internacional. Contudo, fatores internos e globais impulsionaram o real ao longo de julho, revertendo ganhos da moeda americana.

No pregão desta sexta-feira, a bolsa brasileira, representada pelo Ibovespa, fechou em alta de 0,47%, alcançando 177.999 pontos. Essa valorização contribuiu para um ganho acumulado de quase 3,5% em julho, interrompendo uma sequência de quatro meses de perdas e demonstrando a resiliência do mercado nacional. As informações são da fonte de conteúdo 1.

Mercado de Câmbio e Fatores de Influência

O dólar à vista encerrou o dia vendido a R$ 5,069, um avanço de 0,13% em relação ao fechamento anterior. Esse movimento ocorreu após a formação da Ptax, taxa de referência para diversas operações financeiras. A cotação acompanhou a tendência de valorização da moeda americana no mercado internacional, em um contexto de maior aversão ao risco global.

A escalada das tensões no Oriente Médio, com novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito com o Irã e a continuidade dos impasses na Faixa de Gaza, levaram investidores a buscar refúgio em ativos considerados mais seguros, como o dólar. A alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro americano, após sinalizações do Federal Reserve sobre possíveis elevações de juros, também contribuiu para sustentar a divisa.

Apesar da alta diária, é importante ressaltar que o dólar acumulou uma queda de 1,82% em julho, e de 7,73% no ano. Diversos fatores favoreceram o real no mês, incluindo a valorização do petróleo, dada a posição do Brasil como exportador, o fluxo de investimento estrangeiro para o país e os juros brasileiros ainda elevados, que continuam atraindo capital em operações de carry trade.

Ibovespa Interrompe Sequência de Perdas e Petróleo Dispara em Julho

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o dia em alta de 0,47%, com 177.999 pontos, atingindo o maior fechamento desde 14 de maio. Mesmo com um atraso de mais de duas horas na abertura dos mercados da B3 devido a um problema técnico, o índice recuperou o ritmo e fechou em território positivo. Ao longo de julho, o Ibovespa acumulou um ganho de 3,47%, marcando o fim de quatro meses consecutivos de perdas.

Nos Estados Unidos, os principais índices acionários também avançaram, impulsionados por resultados corporativos positivos e indicadores econômicos que reforçaram o apetite por ativos de risco. O problema técnico na B3, originado em um componente de infraestrutura de pós-negociação sem indícios de ataque cibernético, não impactou significativamente a trajetória dos ativos na sessão.

O setor de petróleo foi um dos grandes destaques do mês. O barril do Brent, referência internacional, subiu 1,21% nesta sexta-feira, fechando a US$ 87,93. No acumulado de julho, o Brent registrou uma valorização expressiva de 23,5%, e o WTI avançou 21,8%. Essa escalada foi diretamente influenciada pelo agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã, com relatos de interceptação de navios-tanque e novos ataques na região, além de possíveis restrições ao transporte de petróleo.

Cenário de Tensão e Otimismo no Mercado

A instabilidade no Oriente Médio, com o Irã anunciando a interceptação de navios-tanque no Estreito de Ormuz e novos ataques contra instalações militares americanas, somada ao endurecimento do discurso dos EUA em relação ao país persa, gerou um ambiente de maior aversão ao risco no mercado global. Esses eventos impulsionaram a busca por ativos de segurança e a alta dos preços do petróleo.

Em paralelo, a expectativa para a reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) neste fim de semana, onde os próximos níveis de produção da commodity serão discutidos, também manteve os investidores atentos. Enquanto o petróleo exibia forte valorização, impulsionado por fatores geopolíticos, o mercado de ações brasileiro demonstrava recuperação, com o Ibovespa acumulando ganhos significativos em julho.

O desempenho do Ibovespa em 2026, segundo os dados, atingiu uma valorização de 10,47%. Essa recuperação, após meses de perdas, sugere um cenário de maior otimismo e atratividade para investimentos no mercado brasileiro, mesmo diante de incertezas globais. A combinação de juros altos, fluxo de investimento estrangeiro e a valorização de commodities como o petróleo tem sido fundamental para impulsionar o mercado local, conforme apontado pela fonte de conteúdo 1.

Tags:

Notícias todos os dias!

De domingo a domingo, as notícias que você não pode deixar de perder em seu e-mail.

Veja também:

Chegamos ao fim!