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Trump Ameaça Novo Ataque ao Irã e Minimiza Alta do Petróleo, Ignorando Protestos Internos

Trump Ameaça Novo Ataque ao Irã e Minimiza Alta do Petróleo, Ignorando Protestos Internos

Trump eleva tom contra o Irã e minimiza impacto da alta do petróleo, mesmo com protestos nos EUA Em seu primeiro pronunciamento nacional sobre o conflito em curso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom beligerante contra o Irã, anunciando a intenção de intensificar os ataques nas próximas semanas. Trump afirmou que […]

Resumo

Trump eleva tom contra o Irã e minimiza impacto da alta do petróleo, mesmo com protestos nos EUA

Em seu primeiro pronunciamento nacional sobre o conflito em curso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um tom beligerante contra o Irã, anunciando a intenção de intensificar os ataques nas próximas semanas. Trump afirmou que as forças militares americanas estão “desmantelando sistematicamente” a capacidade de defesa iraniana.

A declaração, que durou cerca de 20 minutos, também incluiu minimização sobre os efeitos da crise do petróleo no mercado internacional e a escalada de preços da gasolina. Ele atribuiu a alta a “ataques terroristas insanos do regime iraniano” e afirmou que os EUA não dependem da rota de exportação afetada.

Apesar das fortes declarações sobre vitórias militares, Trump evitou comentar as recentes manifestações que reuniram milhões de americanos em protesto contra a política externa e de imigração de seu governo. Conforme informações divulgadas, o presidente enfrenta uma das piores avaliações desde o início de seu segundo mandato.

Promessa de ataques e “idade da pedra” ao Irã

Trump exaltou supostas vitórias no campo de batalha e prometeu ampliar os ataques nas próximas semanas, chegando a afirmar que “vamos levá-los de volta à idade da pedra, onde pertencem”. Ele mencionou que, apesar de negociações continuarem, “se nesse período não houver acordo, temos alvos estratégicos definidos”, como usinas de geração de energia.

O presidente americano declarou que os EUA não atacam o setor de petróleo iraniano por considerá-lo “o alvo mais fácil”, mas que isso “eliminaria qualquer chance de sobrevivência ou reconstrução”. Ele exagerou ao afirmar ter “destruído e esmagado” forças militares iranianas, como a Marinha e a Força Aérea, sem apresentar evidências concretas.

Alta do petróleo e dependência de aliados

Questionado sobre o impacto da restrição do Estreito de Ormuz, por onde circula até 20% das exportações globais de petróleo, Trump declarou que os EUA “importam quase nenhum petróleo pelo Estreito de Ormuz” e que países dependentes devem “cuidar dessa passagem”. Ele prometeu ajuda, mas ressaltou que os aliados devem liderar a proteção.

Trump agradeceu a países aliados no Oriente Médio, como Israel, Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Bahrein, que mantêm bases americanas e têm sido alvos do Irã em retaliação. Sobre a alta do petróleo, ele minimizou o problema, classificando-o como uma “situação passageira”.

Protestos em massa e a comparação com outros conflitos

Apesar de milhões de americanos terem ido às ruas em protesto contra a guerra e ações policiais de deportação, Trump não mencionou as manifestações em seu pronunciamento. A imprensa norte-americana aponta que o presidente vive sua pior avaliação, com cerca de um terço de aprovação, segundo institutos de pesquisa.

Para justificar a continuidade da operação militar, Trump comparou a duração do conflito com outros historicamente envolvendo os EUA. Ele citou a Primeira Guerra Mundial (1 ano, 7 meses e 5 dias), Segunda Guerra Mundial (3 anos, 8 meses e 25 dias), Guerra da Coreia (3 anos, 1 mês e 2 dias), Guerra do Vietnã (19 anos, 5 meses e 29 dias) e Guerra do Iraque (8 anos, 8 meses e 28 dias).

“Estamos nessa operação militar poderosa, estratégica, há 32 dias. E esse país foi devastado, deixando de ser uma ameaça relevante. Este é um investimento real no futuro dos seus filhos e netos”, afirmou Trump, defendendo a ação militar como um investimento estratégico.

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