Restrição de drones em torno da casa de Bolsonaro é ampliada para 1 km por decisão de Alexandre de Moraes
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), aumentou a área de restrição para voos de drones nas proximidades da residência do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília. A nova medida eleva o raio proibido de 100 metros para 1 quilômetro, visando reforçar a segurança e coibir o monitoramento aéreo não autorizado.
A ampliação da zona de exclusão atende a um pedido formal da Polícia Militar do Distrito Federal, que está encarregada da vigilância da casa durante o período de prisão domiciliar de Bolsonaro. A corporação argumentou a necessidade de estender o perímetro para garantir um nível de proteção compatível com a situação.
Inicialmente, a proibição de drones era de apenas 100 metros ao redor da residência, com autorização para a prisão de quem desobedecesse à ordem. No entanto, a Polícia Militar solicitou a expansão, e o ministro Alexandre de Moraes acatou o pedido, determinando a nova delimitação de 1 quilômetro. Conforme informação divulgada pela Agência Brasil, a decisão visa evitar o monitoramento indevido e garantir a integridade da área sob vigilância.
Segurança reforçada em meio à prisão domiciliar de Bolsonaro
Jair Bolsonaro cumpre pena definitiva de 27 anos e três meses de prisão, determinada em ação penal relacionada à trama golpista. Durante o período de recolhimento domiciliar, a segurança em torno de sua residência tem sido intensificada. A Polícia Militar busca, com a nova restrição para drones, assegurar que a vigilância seja eficaz e que não haja brechas para atividades suspeitas.
Polícia Militar solicita ampliação do perímetro
A Polícia Militar, responsável pela vigilância da casa do ex-presidente, apresentou um pedido formal ao STF solicitando a ampliação da área de exclusão para drones. O objetivo principal era aumentar o nível de segurança e prevenir qualquer tipo de monitoramento aéreo que pudesse comprometer a proteção do local e do próprio Bolsonaro.
Decisão de Moraes considera realidade operacional e proteção exigida
Em sua decisão, o ministro Alexandre de Moraes considerou que a recomendação do Batalhão de Aviação Operacional (BavOp) pela ampliação do perímetro para 1 quilômetro se mostrava adequada à realidade operacional. Ele ressaltou que essa nova delimitação é compatível com o nível de proteção exigido no caso concreto, garantindo assim maior efetividade às medidas de segurança.
Proibição anterior e novas determinações para voos de drones
Anteriormente, a proibição de voos de drones se limitava a um raio de 100 metros da casa de Bolsonaro, com a possibilidade de prisão para infratores. Com a nova determinação de 1 quilômetro, a restrição de drones foi significativamente ampliada, reforçando o controle sobre o espaço aéreo próximo à residência do ex-presidente durante seu período de prisão domiciliar.