RÁDIO SÃO LUÍS

Uma Boa música com notícias

Maranhão

São Luís

Política

Economia

Tecnologia

Mundo

Esportes

Cultura

Segurança

Mais

[rank_math_breadcrumb]
Dólar tem reviravolta e cai para R$ 5,24 com dados dos EUA e tensões globais, enquanto Ibovespa amarga pior semana desde 2022

Dólar tem reviravolta e cai para R$ 5,24 com dados dos EUA e tensões globais, enquanto Ibovespa amarga pior semana desde 2022

Dólar opera em queda após volatilidade e Ibovespa fecha semana em baixa expressiva O mercado financeiro vivenciou um dia de intensas oscilações nesta sexta-feira (06), com o dólar apresentando uma forte queda, recuando quase 1% e encerrando o dia negociado a R$ 5,244. A moeda americana chegou a ultrapassar a marca de R$ 5,31 durante […]

Resumo

Dólar opera em queda após volatilidade e Ibovespa fecha semana em baixa expressiva

O mercado financeiro vivenciou um dia de intensas oscilações nesta sexta-feira (06), com o dólar apresentando uma forte queda, recuando quase 1% e encerrando o dia negociado a R$ 5,244. A moeda americana chegou a ultrapassar a marca de R$ 5,31 durante a manhã, mas reverteu o movimento, beneficiada por dados econômicos dos Estados Unidos e pela estratégia de investidores que aproveitaram os preços mais altos para vender.

Enquanto o dólar tentava se ajustar, a bolsa de valores brasileira, o Ibovespa, registrou sua segunda queda consecutiva, marcando a pior semana desde junho de 2022. O cenário global, especialmente o agravamento do conflito no Oriente Médio e a alta do petróleo, continuam a ditar o ritmo dos negócios e a gerar incertezas para os investidores. Conforme informações divulgadas pela Reuters, o petróleo Brent superou os US$ 90 o barril, acumulando uma alta de quase 30% desde o início da guerra.

Apesar do recuo pontual nesta sexta-feira, a moeda americana ainda acumula uma valorização de 2,08% na primeira semana de março. No entanto, em 2026, o dólar registra uma queda acumulada de 4,51%. Essa dinâmica complexa reflete as diversas influências que moldam o comportamento do mercado financeiro em um cenário de alta volatilidade e tensões geopolíticas.

A montanha-russa do dólar: de R$ 5,31 a R$ 5,24 em um único dia

O dólar comercial demonstrou sua conhecida volatilidade ao longo do dia. Após atingir R$ 5,31 pouco depois das 11h, a moeda operou em forte queda, fechando vendida a R$ 5,244, uma desvalorização de R$ 0,043, ou 0,81%. Essa reversão foi impulsionada pela ação de investidores que buscaram realizar lucros com o patamar mais elevado da moeda.

Adicionalmente, dados que indicaram uma desaceleração na economia dos Estados Unidos contribuíram significativamente para que a cotação do dólar invertesse sua trajetória ascendente. A percepção de que a economia americana pode estar perdendo força tende a reduzir o apelo de ativos denominados na moeda, incentivando a sua venda no mercado internacional.

Ibovespa acumula perdas e tem pior semana desde 2022

Em contraste com a recuperação parcial do dólar, o mercado de ações brasileiro não encontrou fôlego. O índice Ibovespa fechou o pregão desta sexta-feira em queda de 0,61%, atingindo 179.365 pontos. Na semana, o indicador acumulou uma desvalorização de 4,99%, o pior desempenho semanal desde junho de 2022, um período marcado pela incerteza da guerra entre Rússia e Ucrânia.

Petróleo em alta e Petrobras se destaca em meio à turbulência

A escalada dos preços do petróleo, impulsionada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% do petróleo mundial, teve um impacto direto nas ações da Petrobras. O barril do tipo Brent subiu 8,52% no dia, fechando a US$ 92,69, enquanto o WTI avançou 12,2%, terminando o dia a US$ 90,90. Essa alta no preço da commodity impulsionou as ações da estatal brasileira.

As ações da Petrobras foram um dos poucos destaques positivos na bolsa brasileira. Os papéis ordinários da companhia registraram alta de 4,12%, chegando a R$ 45,78, e os preferenciais valorizaram-se 3,49%, a R$ 42,11. Esse desempenho foi motivado não apenas pela valorização do petróleo, mas também pelo expressivo aumento de quase 200% no lucro da estatal no ano passado.

Dados de emprego nos EUA surpreendem e afetam o mercado global

O fechamento de 92 mil postos de trabalho nos Estados Unidos em fevereiro, divulgado nesta sexta-feira, surpreendeu negativamente o mercado financeiro. Embora fatores como fortes nevascas e uma greve de enfermeiros tenham contribuído para o resultado, o número veio pior do que o esperado pelas projeções econômicas.

Esse desempenho fraco no mercado de trabalho americano levou investidores a retirarem capital de títulos do Tesouro dos EUA. Essa movimentação contribuiu para a desvalorização do dólar em diversas praças internacionais, reforçando a tendência de queda observada no Brasil, conforme informações da Reuters.

Tags:

Notícias todos os dias!

De domingo a domingo, as notícias que você não pode deixar de perder em seu e-mail.

Veja também:

Chegamos ao fim!